FORMAÇÃO | Polícia Civil realiza curso sobre investigação de crimes cibernéticos

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Delegada Geral Adjunta, Darlinda de Moura, explica que os agentes desenvolverão as habilidades necessárias ao serviço voltado à investigação de crimes cibernéticos

Estão abertas até o dia 26 de junho, as inscrições para o curso de investigação de crimes cibernéticos – nível I, ofertado exclusivamente para os integrantes da PCRR (Polícia Civil de Roraima), com 35 vagas disponíveis.

A capacitação vai qualificar os profissionais para atuar no ambiente digital obtendo uma maior concepção sobre os crimes cibernéticos, conhecimento dos instrumentos de combate e do processo investigativo e as fases.

O curso ocorrerá nos dias 28, 29 e 30 de junho, na sede do IERR (Instituto de Educação de Roraima), localizado na Alameda dos Bambus, 525, Pricumã, com aulas das 8h ao meio-dia.

De acordo com a delegada Geral Adjunta, Darlinda de Moura, os agentes desenvolverão as habilidades necessárias ao serviço voltado à investigação de crimes cibernéticos, na identificação de delitos cometidos no meio virtual e na identificação dos recursos tecnológicos mais utilizados pelos criminosos no ciberespaço.

O curso terá carga horária de 24horas/aula e será dividido em dois níveis, sendo o primeiro módulo requisito obrigatório para o segundo.

“Os criminosos migraram para dentro da internet e a PCRR tem que atuar de forma a conseguir determinar a autoria e definir materialidade em crimes que, na maioria das vezes, só são cometidos via internet. Nosso objetivo maior é capacitar os policiais para o primeiro atendimento, para que ele entenda que este tipo de crime é, quais provas pode colher e como ele pode ajudar aquele popular que procurou a delegacia e mitigar os efeitos do dano causado pelo crime cibernético”, detalhou a delegada.

Conforme ela, investigar esses crimes requer métodos e conhecimentos específicos. “Os crimes cibernéticos têm um componente de transversalidade muito importante e a investigação é voltada para uma série de métodos específicos. Então hoje a gente entende que o policial precisa entender de internet, ele precisa entender de aplicativos, ele precisa entender como investigar vestígios cibernéticos e como coletar provas nesse ambiente”, acrescentou.

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