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DESCOBERTA – Espécie rara de tartaruga branca é descoberta no Baixo Rio Branco

Foram apenas 17 filhotes brancos, mas o suficiente para o assunto virar notícia nacional. A espécie rara de tartarugas brancas foi descoberta, acidentalmente, na região do Baixo Rio Branco, na área monitorada pelo Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), coordenado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Inicialmente os ambientalistas do PQA, acreditavam que o filhotes eram albinos, mas depois o Ibama verificou que, na verdade, eram tartarugas brancas, também consideradas raras na natureza.
Os filhotes nasceram no dia 4 de março no tabuleiro de manejo de reprodução Santa Fé. Em seguida, foram levados para a base do PQA. De acordo coordenador do PQA, Rui Bastos, a operação de soltura precisou ser feita às pressas por conta da cheia inesperada do rio, na segunda quinzena de março. Foram identificados cerca de 960 ninhos e ao menos 100 foram perdidos.
Em 2022, o PQA identificou 1,2 mil ninhos com uma previsão de soltura de 120 mil filhotes de tartarugas nas água do Rio Branco. A equipe é constituída por técnicos do Ibama, colaboradores e policiais militares da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (CIPA).

CIPA auxilia na soltura das tartarugas

A Companhia Independente de Policiamento Ambiental auxilia na proteção dos técnicos do Ibama, no Projeto Quelônios da Amazônia. O objetivo da operação é a fiscalização dos ninhos de tartarugas, para que não sejam atacados por ‘tartarugueiros’ na praia do nascimento até o ingresso no rio.
“O objetivo da missão foi cumprido, do nascimento das tartarugas até o rio, que encheu muito rápido esse ano. Foi antecipado por conta da cheia, porque não tem a praia, a praia sumiu rápido”, relata um policial da equipe.
Mesmo as tartarugas sendo soltas no rio, a equipe manteve o acompanhamento.

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